Instituto Chordata Neurofisioterapia Porto Alegre

De pé.
Desde a primeira sessão.

A única neurofisioterapia do Brasil com equipamento patenteado, ensaio clínico publicado e mais de 25 anos de prática clínica. Não é promessa — é Método.

Mais de 25 anos de clínica Patente INPI Clinical Biomechanics · Oxford PUCRS
Quem procura a Chordata

A maioria dos nossos pacientes já ouviu "não tem mais o que fazer".

Antes de chegar até nós, a maioria das famílias atravessou uma peregrinação que conhece de cor: a primeira clínica que prometeu muito e entregou pouco, a segunda que estabilizou o quadro mas não evoluiu, o profissional que sugeriu, com bons modos, que o paciente "se adaptasse à nova realidade". Em algum momento, alguém disse a frase: não tem mais o que fazer.

Não tem mesmo — se o tratamento for o convencional. O Método Chordata foi criado exatamente para os casos que a fisioterapia tradicional já desistiu. É a única clínica do Brasil com equipamento patenteado para neurofisioterapia, com método validado por ensaio clínico controlado e com mais de 25 anos de prática construída sobre uma premissa simples: o sistema nervoso ainda responde, desde que o estímulo certo chegue até ele.

O que nos diferencia

Não é fisioterapia comum. É Método desenvolvido para o que ela não resolve.

Cinco pilares estruturam toda decisão clínica dentro do Método Chordata. Eles existem porque a reabilitação neurológica não admite protocolo de prateleira.

01

Protocolos individualizados

Cada lesão é única, e cada protocolo também é. A avaliação neurológica de entrada estrutura toda a tomada de decisão clínica — considerando o nível da lesão, o estado dos tecidos, aspectos cognitivos e, principalmente, a capacidade de resposta do sistema nervoso de cada paciente.

02

Metodologia própria baseada em neurociência

O Método não foi importado nem adaptado de outra escola. Foi desenvolvido dentro da Chordata, ao longo de mais de 25 anos, com base em pesquisa científica conduzida na UFRGS e PUCRS e validada por publicação internacional na revista Clinical Biomechanics, de Oxford.

03

Equipamento patenteado

O Aparelho Chordata possui patente registrada no INPI e foi desenvolvido exclusivamente para o Método Chordata. Permite verticalização assistida com suspensão e pendulação controlada — um tipo de estímulo que tratamentos convencionais simplesmente não reproduzem.

04

Verticalização desde a primeira sessão

Quanto mais tarde o paciente recebe o estímulo certo, mais o corpo se acostuma com a passividade. Por isso, sempre que clinicamente indicado, colocamos o paciente em pé na primeira sessão. Com critério, segurança e técnica adequada — não com voluntarismo.

05

Evolução dos Protocolos e Treinos

Para que haja a evolução constante dos resultados já iniciados nas primeiras sessões, nossas sessões vão sendo incrementadas e as periodizações dos treinos evoluídas.

Paciente em verticalização assistida no Aparelho Chordata, com fisioterapeuta acompanhando a sessão
Patente INPI

O equipamento desenvolvido para o Método Chordata.

Foi desenvolvido por Verônica Frison ao longo de duas décadas de prática clínica e pesquisa científica dentro da UFRGS e PUCRS. Não existe nada igual no mercado nacional e internacional, sendo ele original — dessa forma, o fato de o equipamento ser único e o Método gerador de resultados ser aplicado somente com ele fazem com que esse resultado seja impossível de ser alcançado com a fisioterapia convencional.

O Aparelho Chordata permite que todas as áreas dos diversos sistemas corporais trabalhem de forma simultânea e contínua, fazendo o corpo se reabilitar de forma única e progressiva. Ao colocar o paciente em pé pelo período adequado, ativa simultaneamente o sistema vestibular, a propriocepção e o recrutamento muscular profundo — um estímulo sensorial e motor completo que reabilitações tradicionais, baseadas em posições passivas, simplesmente não conseguem reproduzir.

O objetivo central não é mecânico. É neurológico. Ao expor o cérebro, a medula e os nervos a esse conjunto de estímulos integrados, o Método permite a reconexão dos sistemas corporais no período pós-lesão e a reaquisição das funcionalidades acometidas. Não se trata apenas de ganho de força ou modulação de tônus e prevenção de deformidades — se trata de reconexão, e isso a nossa pesquisa já documentou.

A patente, registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, protege o desenho do equipamento, sua aplicação clínica e os parâmetros técnicos que o tornam capaz de produzir os resultados observados em ensaio clínico controlado. É a tradução jurídica de algo que a clínica já sabia: o Método Chordata funciona porque o Equipamento Chordata é único e a metodologia é própria.

INPI
INPI Patente registrada
Base científica documentada

Não somos uma clínica que aplica um método. Somos a clínica que criou o método.

Em saúde, qualquer um pode prometer. Poucos podem provar. O Método Chordata sustenta sua prática em três frentes de evidência científica — todas verificáveis, todas públicas, todas indexadas.

01

Publicação científica internacional

Clinical Biomechanics · Oxford · 2019

O Método Chordata foi publicado na Clinical Biomechanics, revista internacional de referência editada por Oxford. A publicação significa que o Método passou por revisão por pares, foi validado tecnicamente por especialistas internacionais e está inserido em um contexto científico estruturado, sob critérios de revisão e validação reconhecidos globalmente.

02

Tese de doutorado

PUCRS · Defendida e publicada

A construção científica do Método inclui tese defendida na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, disponível na biblioteca da universidade. A tese organiza, em linguagem acadêmica, os fundamentos neurocientíficos, biomecânicos e clínicos que sustentam a prática do Método Chordata.

03

Patente nacional

Patente INPI

A patente registrada protege o equipamento desenvolvido exclusivamente para o Método. É o único registro do gênero em neurofisioterapia no território nacional e internacional — e a razão pela qual nenhuma outra clínica pode oferecer o Método Chordata.

04

Mais de 25 anos de prática clínica com resultados positivos

Desde 2000 · Porto Alegre

O quarto pilar não está em nenhuma publicação acadêmica — está no consultório. São mais de 25 anos de pacientes atendidos, casos lidos, protocolos refinados sessão a sessão. A ciência valida o que a clínica já tinha provado, e a clínica continua afinando o que a ciência ainda vai estudar.

Cada estímulo aplicado segue critérios construídos a partir de evidência e observação funcional. Não é sobre repetir um exercício. É sobre ler o corpo, interpretar a resposta e ajustar o estímulo — com método clínico, há mais de 25 anos. — Verônica Frison, criadora do Método Chordata
Números de pesquisa. Não de marketing.

O que 16 sessões produzem, quando o método é o certo.

Ensaio clínico controlado conduzido com pacientes com lesão medular torácica, comparando o Método Chordata com abordagens convencionais. Os números abaixo são resultado direto da pesquisa publicada — não estimativas de marketing.

+0% na força flexora de tronco
+0% na força extensora
EMG aumento na ativação muscular medida por eletromiografia
+ aumento na espessura muscular
melhora documentada na capacidade funcional

Resultados observados em ensaio clínico controlado conduzido com pacientes com lesão medular torácica, em programa estruturado de 16 sessões com o Método Chordata. Dados publicados em literatura científica internacional revisada por pares.

O que ninguém te contou sobre reabilitação neurológica

Recuperação neurológica não é evento. É processo.

Quem promete resultado em duas semanas está vendendo a esperança que sua família já cansou de comprar. A verdade clínica é outra: o sistema nervoso responde a estímulo certo e ajustado dia após dia. A repetição não é do exercício ou das séries — e sim dos ajustes necessários para que o sistema nervoso responda, o que exige atenção, foco, propósito e muito conhecimento. O Método Chordata existe há mais de 25 anos porque foi construído sobre essa verdade — não contra ela.

A reabilitação neurofuncional é, ao mesmo tempo, invisível para quem olha de fora e monumental para quem caminha por dentro dela. É músculo. É cérebro. É vontade. E é, sobretudo, tempo. O que acontece entre a primeira sessão e o momento em que um paciente atravessa a porta da clínica pelos próprios pés não cabe em um post de Instagram — mas cabe, sim, em um protocolo estruturado, validado por pesquisa, e conduzido com critério clínico.

01

Primeira sessão

Dia 1

O paciente já é colocado em pé. Não como performance, e sim como princípio clínico: quanto mais cedo o corpo recebe o estímulo certo, maiores são as chances de ativação neuromuscular. A verticalização assistida acontece com critério, segurança e técnica — avaliada caso a caso, respeitando contraindicações como hipertensão intracraniana ou risco de fratura patológica.

02

Ativação neuromuscular começa a aparecer

2 a 4 semanas

O corpo começa a responder ao estímulo. Pequenas ativações que pareciam impossíveis viram registro objetivo na avaliação. Cada sessão ajusta carga, ângulo e ritmo a partir do que o sistema nervoso devolveu na anterior. Nenhum protocolo é fixo — é construído sobre a leitura clínica do paciente.

03

Mudança em padrões de controle postural

2 a 3 meses

Aqui acontece a virada que paciente e família começam a perceber em casa: melhora na percepção corporal, ganhos de controle de tronco, maior recrutamento muscular em movimentos que antes eram passivos. Não é cura — é reorganização. O cérebro está aprendendo de novo a se comunicar com um corpo que mudou.

04

Ganhos documentados em ensaio clínico

Após 16 sessões

Em ensaio clínico controlado com pacientes com lesão medular torácica, o Método Chordata produziu +58% na força flexora de tronco e +76% na força extensora, com aumento na ativação muscular medida por EMG e melhora documentada na capacidade funcional após 16 sessões. Esses números saíram de pesquisa científica publicada — não de promessa de marketing.

05

Histórias que viram Método

Meses a anos

O Tales chegou à Chordata na cadeira de rodas. Em junho do ano passado, comemorou seu aniversário aqui com a equipe inteira ao redor. Dez meses depois, voltou para nos visitar — entrou pela porta da frente, caminhando, distribuindo abraços. Não foi milagre. Foram dez meses de Método, repetição, e da equipe inteira acreditando junto. Histórias como a do Tales não são exceção no Chordata. São Método.

A reabilitação neurofuncional é invisível para quem olha de fora e monumental para quem caminha por dentro dela. É músculo, é cérebro, é vontade. E é, sobretudo, tempo. — Verônica Frison, criadora do Método Chordata
Agende sua avaliação

Antes do Método, vem a leitura clínica. Na avaliação Chordata é onde decidimos qual protocolo iremos aplicar ao seu caso para atingir os seus objetivos.

Quem viveu o Método

Não somos nós contando. É quem atravessou o processo.

Os números do ensaio clínico provam que o Método funciona. Os depoimentos mostram o que isso significa, na prática, para quem reconstrói uma vida em volta de pequenas conquistas que ninguém mais via como possíveis.

↳ Depoimento em vídeo Instituto Chordata · Porto Alegre
↳ Depoimento em vídeo Instituto Chordata · Porto Alegre
Verônica Frison, fundadora do Instituto Chordata
25 anos de prática clínica
em neurofisioterapia
Quem criou o Método

Verônica Frison. A pesquisadora que transformou a fisioterapia neurológica e a neurorreabilitação.

Sou fisioterapeuta há mais de 25 anos, pesquisadora e criadora do equipamento e Método Chordata. O nome Chordata tem origem no latim e representa, na biologia, o filo dos animais com o sistema nervoso completo. Este nome representa o nosso propósito: reconectar o sistema nervoso após a lesão.

Comecei a desenvolver o Método Chordata após anos de estudos em Neurociências e uma vasta prática clínica. Comprovei a eficácia do Método por meio de estudos considerados padrão ouro na medicina — os ensaios clínicos controlados, randomizados e cegados. Além das publicações nacionais e internacionais, tenho obtido junto à minha equipe os melhores resultados, fazendo de fato o movimento ressurgir e as funcionalidades serem readquiridas por quem aplica o Método. Foram anos desenvolvendo e investindo em tecnologia em cada detalhe do Equipamento Chordata, tudo para proporcionar o melhor resultado aos nossos pacientes.

Equipamento e Método Chordata existem por uma razão prática: passei tempo demais vendo pacientes e famílias sofrerem com lesões neurológicas e serem orientados a se conformar; vendo colegas fisioterapeutas sem recursos para atenderem de forma adequada seus pacientes; e vendo médicos sem perspectivas na reabilitação.

Com muita visão e conhecimento baseado em neurociências, posso confirmar: o sistema nervoso não é estático. Quando recebe o estímulo certo, no momento certo, com o equipamento certo, ele responde. A Chordata é o lugar onde essa premissa virou Método clínico — e onde, nos últimos 25 anos, tem sido testada, refinada e validada todos os dias.

  • 01Fisioterapeuta · Mais de 25 anos de prática clínica em neurofisioterapia
  • 02Doutora pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
  • 03Inventora do Aparelho Chordata · Patente INPI
  • 04Autora da publicação científica na Clinical Biomechanics (Oxford, 2019)
  • 05Fundadora e diretora clínica do Método Chordata
Ficar em pé é fundamental. Fundamental para melhorar. — Verônica Frison
Respostas honestas

As perguntas que toda família faz — e que merecem resposta direta.

Não acreditamos em vender Método com meias-verdades. Aqui estão as respostas que damos pessoalmente, em consultório, para quem nos procura.

Não. O Método Chordata não cura lesão medular, AVC, Parkinson nem nenhuma outra condição neurológica. O que o Método faz, com base em ensaio clínico controlado e pesquisa publicada, é produzir ganhos funcionais documentados — força, ativação neuromuscular, controle postural, percepção corporal — que se traduzem em mais autonomia no dia a dia. Honestidade clínica é nosso ponto de partida, não o final da conversa.
O Método não possui contraindicações. Atendemos todos os pacientes acometidos por patologias que geram redução ou perda do movimento. Cada caso é avaliado individualmente antes de qualquer protocolo ser estruturado. Algumas condições, como hipertensão intracraniana descontrolada ou risco de fratura patológica, contraindicam a verticalização precoce.
Em ensaio clínico controlado, 16 sessões foram suficientes para produzir ganhos médios de 58% em força flexora e 76% em força extensora em pacientes com lesão medular torácica. Mas a evolução de cada paciente depende do tipo de lesão, do tempo desde o trauma, da capacidade de resposta do sistema nervoso e da adesão ao protocolo. Reabilitação neurológica é processo construído com método e tempo — não evento.
Fisioterapia convencional trabalha, na maior parte do tempo, em posições passivas — paciente deitado ou sentado. O Método Chordata trabalha em verticalização assistida, com equipamento patenteado que permite suspensão e pendulação controlada. Isso ativa simultaneamente o sistema vestibular, a propriocepção e o recrutamento muscular profundo — um estímulo neurológico que tratamentos convencionais não reproduzem.
Atualmente, o atendimento é particular. Emitimos toda a documentação necessária para reembolso junto a operadoras de saúde que cobrem fisioterapia neurológica. Na avaliação inicial, orientamos sobre o processo de solicitação de reembolso.
No primeiro momento realizamos uma sessão experimental sem custo, em que o paciente tem o primeiro contato com o Método. Nesse momento, nos dedicamos a uma leitura clínica completa do paciente, suas necessidades e objetivos. Verificamos o quadro neurológico atual, o estado dos tecidos, a capacidade de resposta do sistema nervoso e os resultados reais a serem atingidos com o Método. Ao final, apresentamos uma análise honesta: se o Método faz sentido para o seu caso, qual o protocolo proposto e qual o horizonte realista de evolução. Não é uma venda. É uma análise clínica. Havendo início do tratamento conosco, registramos todos os dados específicos da nossa avaliação para o desenvolvimento do protocolo individualizado e apresentação dos resultados.
O primeiro passo

A sessão experimental é onde decidimos juntos se o Método faz sentido para você.

Não é uma venda. É a leitura clínica que estrutura toda a tomada de decisão. Após a sessão experimental, você sai com uma análise honesta: se o Método Chordata responde ao seu caso, qual o protocolo proposto e qual o horizonte realista de evolução.

Ao enviar, você receberá o contato da nossa equipe em até 24 horas úteis. Seus dados são tratados conforme a LGPD e usados exclusivamente para o agendamento.

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Nossa equipe atende pelo WhatsApp em horário comercial. A primeira conversa serve para entender o caso e marcar a avaliação.

Onde estamos

Método Chordata
Av. Ipiranga, 7464 · Sala 932 · Jardim do Salso
Porto Alegre · RS · CEP 91530-190
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