Foi desenvolvido por Verônica Frison ao longo de duas décadas de prática clínica e pesquisa científica dentro da UFRGS e PUCRS. Não existe nada igual no mercado nacional e internacional, sendo ele original — dessa forma, o fato de o equipamento ser único e o Método gerador de resultados ser aplicado somente com ele fazem com que esse resultado seja impossível de ser alcançado com a fisioterapia convencional.
O Aparelho Chordata permite que todas as áreas dos diversos sistemas corporais trabalhem de forma simultânea e contínua, fazendo o corpo se reabilitar de forma única e progressiva. Ao colocar o paciente em pé pelo período adequado, ativa simultaneamente o sistema vestibular, a propriocepção e o recrutamento muscular profundo — um estímulo sensorial e motor completo que reabilitações tradicionais, baseadas em posições passivas, simplesmente não conseguem reproduzir.
O objetivo central não é mecânico. É neurológico. Ao expor o cérebro, a medula e os nervos a esse conjunto de estímulos integrados, o Método permite a reconexão dos sistemas corporais no período pós-lesão e a reaquisição das funcionalidades acometidas. Não se trata apenas de ganho de força ou modulação de tônus e prevenção de deformidades — se trata de reconexão, e isso a nossa pesquisa já documentou.
A patente, registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, protege o desenho do equipamento, sua aplicação clínica e os parâmetros técnicos que o tornam capaz de produzir os resultados observados em ensaio clínico controlado. É a tradução jurídica de algo que a clínica já sabia: o Método Chordata funciona porque o Equipamento Chordata é único e a metodologia é própria.